30 de jun de 2009

Não precisa virar palhaçada...

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Youtube cria página para ensinar técnicas jornalísticas a internautas

http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/06/30/imprensa29166.shtml

Porém, recebi um e-mail hoje respondendo a isso e concordo:

"Não se preocupe!
Pode ensinar a cozinhar, a escrever... Mas nem todos aprendem! Se para ser jornalista basta saber escrever, não se preocupe. Com os níveis da escolarização no Brasil, quantos saem da escola sem saber ler e interpretar. Esses pretensos jornalistas podem até querer, mas ser... Segundo Viviane Senna, do Instituto Airton Senna, apenas em 2226 o Brasil alcançará níveis de alfabetização satisfatórios. Então... Fica-se só na vontade de ser um jornalista de verdade."

19 de jun de 2009

Lamentável

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Ontem, assistindo à edição do Jornal Nacional fiquei sabendo da manifestação do diretor das Organizações Globo sobre a não obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalismo.

Ele afirmou que é a favor, pois era uma situação que já acontecia, inclusive dentro da empresa dele, na qual são contratados especialistas de outras áreas para atuação no jornalismo. E que a empresa continuará selecionando profissionais capacitados. E que as faculdades de Jornalismo são indispensáveis.

Bom, aí eu concordo com ele. ESPECIALISTAS. Ou seja, pessoas que estudaram, possuem um curso de graduação. Um profissional de Economia dentro de um jornal pode enriquecer muito a editoria que leva o mesmo nome, não? Porque o Supremo não restringiu um nível de ensino para o exercício da profissão?

Liberdade de expressão todos temos, caríssimos. Cá estou eu num blog.
Há tantos espaços para a expressão...

É lamentável o tipo de argumento utilizado... lamentável.

Sexta!

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Ainda bem que existe fim de semana...
E o descanso está por vir...

Gostaria de entender porque há épocas em que a semana passa tão rápido - nem damos conta do que há por fazer - e outras em que passam tãããããão devagar...

¬¬

18 de jun de 2009

Aposentar o diploma? Jamais!

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Uma notícia entristeceu jornalistas ontem, com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) pela não-obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão.

Ainda hoje pensei: meu diploma nem chegou e nem preciso mais dele.

Mas, prefiro ter um pensamento mais otimista. Acredito na competência das pessoas e acredito que empresas sérias, de qualquer área, querem profissionais e não qualquer zé-mané para exercer cargos e funções.

Há muitas pessoas por aí especializadas, que, tenho certeza, podem exercer a função de um jornalista melhor que muito jornalistazinho por aí, que não vale o chão que pisa.

Porém, defendo que uma pessoa que quer transmitir informação para formar a opinião de uma sociedade precisa ter muito mais do que o Ensino Médio – que é o que se exige agora para ter o registro de jornalista.

Poderiam ter restringido um pouco o negócio, exigindo no mínimo um curso superior, na área de humanas. E uma especialização, na área de comunicação. Ops, estou restringindo o mercado, ferindo o direito à liberdade de expressão... um dos argumentos utilizados na defesa pela não obrigatoriedade.

O comentário que mais me irritou foi esse:

Para ela, o jornalismo é uma profissão que não depende de qualificação técnica específica. “É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo de conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo”, afirmou a advogada.
(Taís Gasparian, advogada do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo-Sertesp, autora da ação que pedia a extinção da obrigatoriedade do diploma)

Domínio da linguagem, conhecimento humano... isso não se obtém na faculdade?
Querida, você coloca qualquer curso de graduação no lixo assim. Como se o curso de Jornalismo fosse apenas técnica. E não é. Tem muuuuita teoria, sim. Se fosse apenas conhecimento técnico, dois anos bastariam. Mas, não. Estudamos 4 árduos anos para obter um diploma. E agora, ele não vale nada.

Porém, reitero. Eu valorizo meu diploma. Meus anos de estudo não foram em vão, tenho certeza. Aposto que tenho mais conhecimento e preparo do que um zé-ruela que decida agora que quer ser jornalista e solicite seu registro.

Ciência da Computação e Publicidade e Propaganda também não exigem diploma. Porém, não é por isso que empresas vão preferir os sem-diplomas. Cabe aos veículos selecionarem bem os profissionais.

Não contratarão qualquer um, tenho certeza.

O problema está com os jornalecos, as radiozinhas, com os manés que vão se declarar assessores de imprensa...

Competência pessoal, competência.
Quesito primordial para qualquer profissão.

É nisso que acredito.

17 de jun de 2009

Viver na mentira

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Assisti depois de muita ansiedade e curiosidade o filme brasileiro "A mulher invisível". Selton Mello é um fantástico ator, com certeza, e, o filme, muito engraçado. Nunca fui muito com a lata da Luana Piovani, mas, tenho que admitir: ela interpreta bem sim. E está muito linda! Um corpitcho de causar inveja em qualquer mulher e provocar calafrios em qualquer homem. Ok, não vamos generalizar. Pode ser que ela não faça o seu tipo.
Mas o blog é meu e a opinião também. (Risos, não sou assim egoísta e fria HAHAHA)

Bom, mas, além de ser engraçado, o filme traz uma mensagem muito legal e derruba um mito.
(Se é mito, é porque não existe, mas, tem gente que insiste em achar que é verdade).
Que mito é esse? O da companhia perfeita.
Nenhuma mulher ou homem é perfeito. Até porque, somos humanos.
Defeitos podem engrandecer, podem fazer você aprender. Se tudo fosse do jeito que você sempre sonhou, você nunca daria valor. Não teria graça.

E, no amor, buscamos a perfeição. Idealizamos uma pessoa.
Por isso o amor à primeira vista... assim explicou Prates semana passada no Dia dos Namorados.
Nós encontramos no estranho aquilo que sempre idealizamos em nossa mente.

O personagem de Selton perde a mulher, que julgava perfeita.
Sua obsessão pela perfeição e felicidade no amor acaba criando Amanda, que nada mais é sua versão feminina. Como diz o slogan do filme, seu único defeito era querer existir.

Pessoas de verdade são humanas, cometem erros e têm defeitos.
Mas, nem por isso, não poderão ser o amor da sua vida.

Além do horizonte

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Minha mente é inquieta. Não me deixa ficar em paz. Está a todo momento me propondo idéias, me trazendo problemas, levantando soluções, me lembrando de pendências e pendengas.
Talvez a mente seja o retrato de mim. Somos o que pensamos...

Ainda bem que minha mente não me traz só problemas. Traz lembranças, sentimentos, coisas boas. Traz perspectivas e possibilidades. Trabalha a todo vapor.

Minha mente não me deixa relaxar. Não me sinto útil ao curtir o ócio. Vai ver, não está na hora de curtí-lo. Está na hora de aproveitar a criatividade, a juventude e o espírito animado.

Ó cabecinha... não coloque a carroça na frente dos bois... vamos matar um bicho por dia, como diz minha sábia mãe.

É isso aí. Um bicho por dia.