22 de out de 2008

Ah!

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Sem inspiração...
Apenas para constar!

“...quem dizia isto talvez jamais tivesse conhecido a linguagem universal, porque quando se mergulha nela, é fácil entender que sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra, seja no meio de um deserto, seja no meio das grandes cidades. E quando estas pessoas se cruzam, e seus olhos se encontram, todos o passado e todo o futuro perde qualquer importância, e só existe aquele momento, e aquela certeza incrível de que todas as coisas debaixo do sol foram escritas pela mesma Mão. A Mão que desperta o Amor, e que fez uma alma gêmea para cada pessoa que trabalha, descansa e busca tesouros debaixo do sol. Porque sem isto não haveria qualquer sentido para os sonhos da raça humana. ‘Maktub’, pensou o rapaz.”

(O Alquimista - Paulo Coelho - p. 154)

7 de out de 2008

Imperfeição

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A dúvida deve ser a ponderação para que tomemos a melhor decisão e para que façamos a melhor escolha. Ou, pelo menos, a que julgamos ser a melhor das escolhas em determinada situação. Quer saber? Sentir um pouco de insegurança é sinal de humildade. Confiar demais no taco não está com nada; só transmite soberba e a sensação de que ninguém é melhor que eu. E isso não existe. Ninguém é perfeito, somos seres humanos, sujeitos às falhas da vida. E errar, como diz o ditado, é humano. Já permanecer errando... bom, aí... é burrice, é dar murro em ponta de faca.

À medida que vivo reflito se os erros de ontem servem para os acertos de hoje. Acho que sim.
Infelizmente, ainda não sei - e provavelmente nunca saberei - tudo a respeito da vida. Sendo assim, ainda vou encarar erros e acertos. Porém, se tudo fosse flores... nada teria graça...

Afinal, somos eternos insatisfeitos.


Quero pra ontem!

29 de set de 2008

Feminino

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Mulheres são criaturas tão complexas, tão diferentes e tão especiais.
Somos frágeis e, ao mesmo tempo, somos fortes.
Enfrentamos furacões e conseguimos sair ilesas... prontas pra outra.
Temos uma rotina de ser estudante, filha, esposa, mãe, irmã...
Temos que estar bonitas a todo momento... somos criaturas exuberantes por natureza. Nossos traços são singelos e bem desenhados. Nosso olhar é marcante, nosso sorriso é sincero...
Nossa voz é doce... nosso andar é suave... nosso colo é o melhor refúgio...
Mulher é esquisita... mulher é tudo...
Que seria do mundo sem nós, mulheres?


Realmente, a TPM tocou minha sensibilidade...

27 de set de 2008

Quase - Luis Fernando Veríssimo

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Reproduzo aqui um texto de Luis Fernando Veríssimo, muito conhecido por sinal. Não canso de ler as considerações e conclusões do autor sobre a vida do ser humano. Realmente, tenho que concordar com ele: o quase é angustiante, não preenche, não traz nada. Apenas a lamentação daquilo que poderia ter sido... e não foi. Então, a moral da história seria: fazer acontecer.

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez, é a desilusão de um “quase”.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença do “Bom dia”, quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar. Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu!

O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Fazer acontecer. É melhor arrepender-se por fatos concretos do que lamentar por aquilo que não foi nem sequer tentado...

24 de set de 2008

Extremo

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É interessante como os seres humanos possuem tantos estados de espírito, tantos sentimentos e sensações, que podem variar entre extremos ou meio-termos. Aliás, acho que as emoções são muito mais interessantes quando estão no extremo.Óbvio que tudo que é demais não faz bem... mas o meio-termo dá aquela vontade de "quero-mais". Esse deve ser o estado perfeito, se pararmos para pensar...Claro, você está no meio-termo e não tem tudo que queria, então... melhor assim, vai ficar na vontade, querer mais e lutar por isso... se estiver no extremo... estabiliza... ou não... já que somos eternos insatisfeitos(principalmente as mulheres, diga-se de passagem...)

É óbvio - na minha opinião - que as emoções meio-termo encaixam-se no quesito "querer mais" quando são boas.Estar feliz e querer mais felicidade, estar alegre e querer mais alegria, estar radiante... opa, acho que radiação não é o termo adequado.Enfim, quando se está triste, o natural é que se deseje sair do buraco, da fossa?Ou não?

Credo...

Entretanto, creio que sensações e sentimentos ditos "ruins" também fazem bem à vida...insegurança, ansiedade, tristeza... palavrinhas que me dão calafrios. Porém, com certeza, ensinam muito.

De que graça teria a alegria se não houvesse a tristeza para reconhecermos a diferença entre as duas?

Aliás, espero agora a alegria, já que hoje estou triste.

21 de set de 2008

Eu por eu

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Eu sou uma pessoa com sonhos, expectativas, medos e desejos, como qualquer outro ser humano. Sou uma mistura de emoções e sentimentos, explosivos e calmos. Tenho 22 anos, às vezes adulta, às vezes criança. Tudo depende da ocasião. Procuro me dedicar de corpo e alma ao que faço, pois o meio-termo não me satisfaz nem um pouco. Ao contrário, frustra-me. Chegar ao fim de uma tarefa, um trabalho, uma ação e ver que tudo saiu como eu queria me deixa muito realizada. Desejo muitas coisas para minha vida, de preferência para ontem. Tenho sede de saber, sede de realização, sede de conquista. Entretanto, consigo controlar a ansiedade, pois acredito que nossos desejos e objetivos precisam de tempo e dedicação para serem alcançados. Aprendi que ninguém consegue nada sozinho; também sei, porém, que não podemos esperar somente pelos outros. Confio na bondade do ser humano; entretanto, também conheço a existência daqueles que fazem o bem para os outros enquanto estes lhes trouxerem alguma vantagem. Demorei algum tempo para aprender algumas coisas, inclusive que esta palavra – tempo – é essencial e faz alguns ‘milagres’ na vida. Sou jovem, quero viver muito, intensamente, e sei que ainda vou aprender muito mais. Com todas essas constatações, chego à conclusão de que a vida é mesmo uma caixinha de surpresas. Apesar de clichê, a frase traduz tudo. A vida me ensinou e hoje acredito que cada pessoa no mundo é única e especial. E posso dizer que foi na faculdade de Jornalismo que esse conceito se concretizou mais em minha vida. Escrevi textos, gravei matérias e áudios, fotografei, executei projetos. De todas essas experiências jornalísticas durante o curso, posso dizer que a mais marcante foi fazer o meu projeto experimental de jornal: um livro com dez perfis de pessoas de minha cidade natal. Pessoas simples, como aquelas que encontramos na rua e oferecemos um sorriso ou um ‘bom dia’. Conheci seres humanos, suas histórias, seus medos e anseios, suas vitórias e derrotas. Senti emoção, vi as lágrimas e os sorrisos, tímidos ou largos, nas faces de cada um deles. Fui cúmplice de segredos, confidente por algumas horas. Percebi os mais diversos detalhes, os mais sutis gestos, as mais evidentes expressões. Foi quando tive certeza de que cada pessoa no mundo é única e especial e que, por mais simples e curtas que sejam suas histórias, todos têm uma para contar. E eu coloquei tudo no papel. É isso que me fascina no jornalismo: ser o observador dos fatos e conseguir relatar isso para os leitores. É a oportunidade que a profissão lhe proporciona: a não existência de rotina, as diferentes histórias e casos todos os dias, as palavras e frases no papel dando conta de tudo isto. O dom de escrever me realiza. O mais fascinante de tudo isto é que esse dom pode ser aproveitado em uma profissão. E poder fazer daquilo de que se gosta a carreira para a vida é mais fascinante ainda. Escolhi o jornalismo como profissão porque escrever é meu vício. Quero poder contar muitas histórias, vivenciar emoções, sentir o calor do acontecimento, estar em uma situação diferente a cada dia. E poder passar isso para os leitores, por meio das palavras.

19 de set de 2008

Simplicidade

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Felicidade é algo tão simples e as pessoas não se dão conta...

Hoje todo mundo vive pensando no amanhã e arrependendo-se pelo ontem.
Digo mais: prefiro me arrepender daquilo que não fiz. Na vida tudo é escolha.
É melhor arriscar-se e viver, do que não experimentar nada, viver sempre na mesmice,
sempre conformando-se com o previsto.

Arriscar-se também é preciso! Eu acho que por muito tempo vivi na mesmice.
Vejo como as velhas frases que afirmam que "o tempo é o melhor remédio", "amadurecemos com a idade" podem até serem clichê...
Mas são a pura verdade...
Quem dera eu pudesse voltar uns quatro anos e ter o pensamento, idéias e visão de mundo que tenho hoje.
Mas, como eu afirmei antes... de nada vale lamentar o passado...
Quero viver hoje e agora! JÁ!

A vida é boa demais para não ser aproveitada...

25 de ago de 2008

O nada

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Nada... uma palavra tão seca... tão vazia... insignificante.
Triste.

O nada não preenche, não traz ânimo.
Que triste viver sem sentido, sem objetivo, sem sonhos, sem metas.
Pergunto-me então, se é pra viver deste jeito, para quê viver?
Creio que ter uma vontade, um motivo, é um combustível para continuar a caminhada.

Afinal, se não quero nem desejo nada, para que estou desperdiçando uma existência?
Por maiores ou menores que sejam nossos sonhos, desejos ou vontades... jamais devemos deixar de pensar neles, de lutar, de esperar por eles.


A sensação que tenho agora... é vaga... não sei exatamente no que estou pensando, tampouco porque estou escrevendo. Apenas deposito essas escassas palavras aqui.
Apenas uma reflexão. Nada mais...

Profundo...? Não... passageiro

17 de ago de 2008

Nostalgia

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Ah, o amor...
Não começo o post falando disso para que achem que estou apaixonada por alguém...
Não por alguém específico...

É bom que estejamos sempre apaixonados por alguma coisa. É tão bom sentir amor por alguma coisa...
Família, namorado, amigos, profissão, VIDA!

Não levamos nada dessa vida, a não ser a vida que levamos... então... vamos amar!
Vamos dar abraços sinceros, beijos apaixonantes, olhares profundos, sorrisos verdadeiros...
Sentimentos são o combustível do mundo...

Ah... nostalgia... quatro anos de faculdade passam tão rápido...

E o pensamento voa tão rápido... em menos de um minuto mil assuntos passam pela cabeça e querem, de qualquer maneira, serem incluídos no post...

Bom... era só uma mistura de felicidade, nostalgia e gostinho de quero-mais que eu botei pra fora...

Mais uma semana amanhã... será boa!

14 de ago de 2008

O bom da vida

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Céus! Uma semana sem postar... entrei nos livros e esqueci do blog...
Bom, a frase acima serve apenas para constar que estou ciente de meu 'atraso' aqui...

O que interessa...

Sabe o que é o bom da vida?

O bom da vida são as coisas simples, que te prendem e te alegram sem você perceber...

É sentir o carinho da família, nem que seja através de um simples e-mail.
É ir até a biblioteca ajudar sua amiga a procurar váááários livros, andar pelos corredores, falar abobrinhas e rir...
É conversar coisas banais, do tipo: "Meu cabelo está seco... mas eu não queria cortar"...
É receber um recadinho no Orkut ou uma mensagem no celular...
Ou ainda aqueles e-mails correntes repletos de "FW" que você sabe que possuem as mesmas mensagens, mas acaba abrindo e repassando, pois, dependendo do seu estado de espírito, aquilo te toca, realmente...
E te faz pensar, reiterando o início desse post... em como a vida tem coisas boas e simples!

Dar uma gargalhada gostosa, um beijo demorado, um abraço quente e apertado...
Fazer cócegas no seu irmão mais novo, fazer piadas com os colegas, saborear um misto quente e comer um chocolate...
Assistir TV, sem se preocupar com a programação...
Ver um jogo de futebol sem ter pra quem torcer...

Viver é tão bom! Basta que saibamos aproveitar!
E curtir a vida dignamente, respeitando a todos...

Eu fico feliz por pensar assim, por conseguir enxergar coisas boas em pequenas coisas da vida.

Não adianta pensar que você só vai ser feliz quando ter um carro novo ou quando terminar a faculdade ou quando encontrar o emprego dos seus sonhos...
Felicidade constante não existe. Quando você conquistar o que deseja, vai querer mais...
É natural do ser humano: se a vida fosse exatamente como sonhamos, ela não teria graça.

Por isso, vamos viver o agora! Vamos nos permitir...

Não há tempo que volte amoooor...

7 de ago de 2008

Fome por livros

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Letras, vogais, consoantes. Palavras, expressões, frases. Parágrafos, trechos, capítulos.
Livros.
Uma invenção/criação maravilhosa.
Creio que não conseguiria imaginar minha vida sem eles.
Amo ler.

Leitura é cultura, é saber, é sabedoria, é aprendizado.
É enxergar que você não é nada, é perceber que, quanto mais você lê, quanto mais conhece - ou acha que conhece - mais você tem certeza de que tudo que sabe é pouco perto de tudo que existe para ser apreendido pela sua mente.

E é tão gostoso abrir um livro... não só abrí-lo, mas sim apreciá-lo.
Contemplar suas páginas repletas de letras, vogais, consoantes, palavras, expressões, frases, parágrafos, trechos e capítulos... e sentir a expectativa tomar conta antes do momento de colocar enfim os olhos nele e "devorá-lo"...

E partir para uma viagem, onde o limite é a sua imaginação... os livros te levam em um segundo a outro país, outra cultura ou até para lugares que sequer existem!
E aquela história, aqueles personagens vão se moldando na sua mente, ganhando vida e espaço...
Tudo fica ali, registrado no seu cérebro... você faz as ligações, as relações, as comparações...

Quem aprecia um bom livro certamente se decepciona quando assiste à versão para o cinema...
Eu me decepcionei com "O diabo veste prada", "O código DaVinci"...
É que eu imaginei tudo tão diferente!
Tantos detalhes, tantas palavras, expressões, caras e bocas que as poucas horas de um filme não conseguem reproduzir...

Seria tarefa árdua reproduzir a imaginação humana... eu diria quase impossível.

A minha, por exemplo, é fértil demais...

Enquanto escrevo aqui, penso em mais coisas e mais coisas e... me deu vontade de ler...

Obedecerei minha vontade.

Arrevouir!

5 de ago de 2008

Sensações

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Inverno, ah o inverno...

Estação mais fria do ano - apesar de o aquecimento global querer tirar-lhe esse adjetivo.
O ar gelado que entra pela mais fina fresta, o céu azul com um sol maravilhoso, a sensação seca dos ambientes... seu corpo parado, tremendo, gelado... envolvido com muitas blusas... fazendo você parecer muito maior do que é.

Aquela preguiça que manda qualquer disposição que existia em você pro espaço... aquela vontade de ficar embaixo de três cobertores, só com os olhinhos de fora...
Aquela vontade de comer chocolate, pipoca, e tomar um chá de frutas quentinho.
Aquela aversão a sair para a balada ou qualquer evento que faça você passar frio por ter que usar menos roupas...
Aquela sensação boa de dormir com um cobertor de orelha, aquela vontade de ficar namorando no sofá...

Aquele soninho que bate depois do almoço, que é muito mais gostoso de usufruir quando a temperatura é baixa...
Aquela chuvinha que é música para os ouvidos, com uma brisa uivante que balança as árvores e folhagens na rua...

Ah, o inverno! Mas daqui a pouco ele acaba e com ele toda essa nostalgia... o verão vem batendo à porta em seguida trazendo mais lembranças, vontades e sensações...

Alguma dúvida sobre a influência do tempo no nosso estado de espírito?

4 de ago de 2008

Padrão de beleza?

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Será que a cada dia que passa nós, mulheres, vamos deixar que apenas o estereótipo de corpo sarado, tipo gostosona, seja nosso atrativo?
Será que convém para nós que os homens vejam o sexo feminino apenas como objeto de desejo sexual?
Gente! Somos humanas também, sabiam?
Temos cérebro, temos capacidades - muitas eu diria! Conseguimos pensar no que cozinhar, na roupa que vamos vestir e na prova da semana - tudo ao mesmo tempo.
Estou citando um exemplo de uma jovem... nem falei aqui sobre as mulheres mães de família, que precisam cuidar da casa, dos filhos, das roupas... e nem falei aqui sobre as mulheres que são mães de família e ainda trabalham fora. E nem citei as executivas, as domésticas, as professoras... são tantas faces para o sexo frágil, não é mesmo?
Bem, eu estou correndo atrás do meu futuro, lutando, batalhando, para não ter que "aproveitar" a fama de sexo frágil ou de incapaz para conseguir o que quero "encostada" em alguém...

Tantas mulheres batalhadoras, que enchem de orgulho tantas outras de nós... Ingrid Betancourt, Madre Teresa de Calcutá, Anita Garibaldi... poderia citar tantas outras!

Exemplos de luta e dedicação...

Mas aí, num belo domingo frio, final de tarde, o Gugu leva pro palco uma tal de Sheyla... a mulher com os maiores seios da América Latina... e faz dela a atração do programa... a dita-cuja tem o equivalente a 3.500 ml de silicone em cada seio! Para ter uma noção, ela carregaria mais de 12 kg no peito se a substância utilizada fosse silicone. Ela explicou a técnica que foi adotada em suas inúmeras cirurgias - mas isso não vem ao caso.
E ela quer mais... afirmou que vai colocar mais. Na minha opinião, esteticamente horrível.

E ainda tive que ouvir seu vocabulário, tão rico... a moça pronunciou palavras como "menas" e "desconcordar", em rede nacional!

Como diz uma amiga minha... você não precisa decorar a gramática, mas o básico... ah, esse é essencial...

Que orgulho feminino!

31 de jul de 2008

Bom senso, sempre!

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Como já citei aqui, você já notou como as pessoas são egoístas?
Exemplifico isso facilmente.
Esta noite acordei ao som de algazarra, música alta, risadas e campainhas tocadas incansavelmente... Uma 'turma' chegou de madrugada, feliz da vida e se achou no direito de comemorar como se fosse dona do prédio. Pior, como se apenas essa 'turma' morasse no condomínio.
Que direito as pessoas acham que tem ao perturbar o sono alheio, o descanso, a paz?
Creio que essas pessoas devem pensar que estão num sítio, ou, que seus vizinhos são surdos.
Ou, o que afirmei no início: são egoístas. Não estão nem aí se há alguém que precisa levantar cedo, se há uma família no prédio com criança pequena, se há outros jovens que precisam descansar. E não se trata de entender. Tratam-se de regras, LEIS.
Silêncio das 22 horas às 8 horas. Demais períodos: bom senso.
Bom senso para saber que talvez o seu vizinho não esteja a fim de escutar som, tampouco com vontade de saber da sua vida através de uma discussão...

Chego à conclusão de que falta semancol, falta o que fazer.

"Eu faço o que quero aqui, o apartamento é meu".

Querida, o seu limite vai até onde começa o meu!

30 de jul de 2008

É tão engraçado!

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Engraçado como em ano eleitoral os poderosos querem que a gente, o povo que eles consideram burro e ignorante, acredite que eles fazem algo que presta...
É interessante pensar nisso... toda vez que há eleições é a mesma história: prometo isso, farei aquilo, acho que posso melhorar aquilo outro. Vocês verão uma evolução!

Ah tá... quem sabe na próxima existência.

Gostaria de saber porque as coisas tornam-se tão difíceis quando alguém chega ao poder. Por que é tão complicado executar ações que tragam algum bem à sociedade? Por que não é possível pagar melhores salários aos professores quando deputados ganham uma fortuna para trabalhar poucos dias por semana?
O que está acontecendo?

Faço o questionamento e o trago para dentro da faculdade. Estou há quase quatro anos cursando uma graduação e pouco vejo o DCE fazendo alguma coisa. A não ser semana passada e durante esta semana, quando estão todos empolgadíssimos lutando para conquistar a mamata...
Do DCE só ouço falar das festinhas e da cervejada. Reivindicar direitos dos estudantes que é bom nada...
E já percebeu como eles brigam feio para entrar no Diretório? Claro, com tantas regalias até eu queria!
As coisas são muito engraçadas... curiosas...
Engraçado... essa semana vi um cartaz anunciando a festa da vitória do DCE em um bar. Engraçado... a vitória está programada antes mesmo do resultado oficial. Curioso, não? Para isso são tão organizados...

Engraçado... muito engraçado. Engraçado porque é melhor rir do que chorar...

29 de jul de 2008

Desabafo

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Tenho pensado ultimamente em como as pessoas são egoístas.
Segundo o dicionário, egoísta é um adjetivo cuja definição é curta e grossa: indivíduo que trata só dos seus interesses; comodista.

Comodista. Palavra bem sugestiva nos dias de hoje.
E como existem comodistas...

Os comodistas estão por aí... nos lugares que você menos espera - ou já está acostumado:
na fila do banco, no caixa do supermercado, na sala de aula.
Isso mesmo, pensou certo, estou falando dos colegas parasitas.
Aqueles que aproveitam ao máximo um grupo de estudos.
Aproveitam ao máximo o tempo que eles têm livre, já que não fazem nada.

O que percebo é que somos interessantes, queridos e perfeitos para as pessoas enquanto temos alguma utilidade para elas. "Tô com problemas... me ajuda... me dá uma mão..."
Espere ficar tudo bem e aguarde a recompensa.

Sentado, de preferência.
Ok, antes de provocar ressalvas e indignações do leitor, vou registrar: existem exceções. A vida me ensinou até agora que são poucas, muito poucas, diga-se de passagem. Eu incluiria nesse seleto grupo a minha família e alguns amigos. E família também revela cada cara quando as máscaras caem... é daí que percebo como o mundo é nojento.

Ouço lamentações, choros e reclamações. Engraçado, ninguém perguntou se eu tenho problemas...

Quero fazer um desabafo aos egoístas:
Caso não saiba não sou perfeita. Tenho problemas - alguns, diga-se de passagem, pois prefiro (tentar, pelo menos) enxergar o lado bom da vida - e eles já são suficientes.
Não me recuso em ser um ombro amigo quando as pessoas precisam.
Mas volto a repetir... o egoísta pensa que ele é o único injustiçado da face da Terra.

Quer saber? Corra atrás! Ninguém vai fazer o que você não fez!
Ninguém tem pena de você.

Está todo mundo muito ocupado com sua vida... o que já dá bastante trabalho.

Finalizo com uma frase copiada de uma amiga, uma campanha que daria belos trabalhos caso os publicitários criativos trabalhassem nela:
Campanha pela vida.
Cada um cuida da sua. Participe!

28 de jul de 2008

Sonhos...

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Começo esse pensamento com duas citações. Não sei se o que escreverei é classificado como crônica, como pensamentos soltos, como um desabafo, uma opinião ou palavras soltas de uma garota que adora falar... (Sim, eu adóóóóóóro falar...!)

Enfim, encaixe a palavra que preferir...

Considero-me tiete, fã, admiradora dos autores dessas frases, passagens, versos...

"Quero explodir as grades... e voar. Não tenho pra onde ir, mas não quero ficar.
Novos horizontes
Se não for isso, o que será?"

O trecho que eu transcrevi aqui através de um Ctrl C + Ctrl V do site de letras de músicas Vagalume (http://www.vagalume.uol.br/), para quem ainda não decifrou, é do grupo Engenheiros do Hawaii, letra de Humberto Gessinger.

Não sei em que Humberto pensava quando escreveu essa letra. Estou em uma comunidade no Orkut que analisa letras dos Engenheiros, mas não lembro o que os internautas definiram para a letra de "Novos Horizontes".
Eu, particularmente, comparo o trecho à busca de um sonho. Ok, sonho é algo tão abstrato num mundo tão cruel e exigente como o de hoje... então, usarei aqui a palavra objetivo.
Comparo este trecho à fases da vida em que estamos tentando alcançar nossos objetivos. Quando queremos algo, precisamos explodir as grades. Livrar-nos de preconceitos, de mitos, de pensamentos negativos. Alcançar um objetivo, lutar por uma meta, é abrir mão de muitas coisas... é fugir... é abandonar... Alguém já me disse que a vida é feita de escolhas e nem sempre vamos ter tudo que almejamos ao mesmo tempo.

Voar. Sonhar. O verbo pode não ser o mais indicado. Mas é o que alimenta minha imaginação e me faz seguir em frente. E, quando acreditamos fielmente nisto, abrimos portas para que, realmente, surjam novos horizontes... o horizonte não é único... é infinito. Basta você querer.

Nada na vida cai do céu. É preciso fazer acontecer. Fazer a chance aparecer. Dar chance para as oportunidades surgirem. E, em primeiro lugar, acreditar em si mesmo.
Depois que me dei conta disso... estou sempre lembrando do trecho desta canção... vira e mexe Humberto Gessinger surge na minha mente, com seu sotaque gaúcho, sentado com seu violão e pronunciando sonoramente:
"Novos horizontes... se não for isso, o que será?".
E isso me faz pensar em coisas tão boas... que me levam à segunda citação a qual me referi no início...

"Quando você quer alguma coisa, todo o universo conspira para que você realize o seu desejo." (Paulo Coelho)

As coisas que desejo podem ser absurdas ou não palpáveis. Contudo, se eu não lutar por elas... ninguém fará isso por mim...

E isso porque, apesar de meus recentes 22 anos... eu já descobri: o mundo é cruel....

26 de jul de 2008

Lembranças de infância

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Infância. Para mim, esta palavra traz inúmeras conotações. Inúmeras lembranças. Um tempo em que sonhar é verbo constante e imaginar é o que nos faz viver. Não sei como definir de onde vêm as primeiras lembranças. Aqui, cabe aquela velha expressão, “desde que me entendo por gente”. Gente muito pequena, pode-se dizer. Mas com ideais do tamanho do planeta. Da galáxia. Do infinito, já que, quando eu era criança, imaginava outras galáxias, outros mundos. Um mundo no qual, em outro planeta, existia outra igualzinha a mim. E, um dia, ela viria me visitar.
Na minha imaginação, se eu rezasse muito, meu pedido seria realizado. Mesmo que eu tivesse queimado as fotos dos atletas das Olimpíadas e as quisesse de volta. Na minha mente que tanto pensava, eu poderia tudo. A fé, com certeza, movia montanhas. E, até ali, era tudo muito puro. Não conhecia as atrocidades do mundo, nem sabia das drogas, tampouco imaginava que existissem guerras.

O importante era ter tempo para brincar. Montar as casas, sempre muito luxuosas e cheias de detalhes, das bonecas Barbie. E imaginar que ela tinha um Ken, até que ele chegasse como presente do bom velhinho. Ah, o bom velhinho... Mesmo estando num país tropical, no qual a temperatura em dezembro beira os trinta graus, eu sabia que ele viria, vestido de vermelho, com sua barba branca, seu saco de presentes, suas galochas pretas e seu trenó. Num momento em que eu estivesse distraída e, de repente, conferisse a árvore de galhos secos enfeitada com bolas brilhantes e coloridas, lá estariam os pacotes de presentes, fazendo brilhar meus olhos tão curiosos e ansiosos. Muitas vezes saí à rua, chamando “Papai Noel!”, na esperança que ele surgisse de algum lugar...

Foi a lenda infantil em que eu mais acreditei. Nunca levei muita fé no coelhinho da Páscoa. Na realidade, creio que nunca aceitei sua existência. Apenas acompanhava mamãe perdendo seu tempo na cozinha derretendo enormes pedaços de chocolate, colocando em fôrmas e embalando no papel alumínio com fitas – sempre cor-de-rosa. No domingo de manhã, a alegria era descobrir os ovos escondidos no meio do jardim. E muitas vezes lamentar o fato de as formigas terem saboreado os ovinhos recheados com amendoim antes de nós.

E tinha a nave da Xuxa. A Porta da Esperança. O He-man e a Shee-Ra. Os filmes dos Trapalhões. O Programa Livre era um saco. Dormir depois do Jornal Nacional então, pior ainda. Eu queria ficar acordada até tarde. Onze horas da noite era madrugada na minha fértil imaginação que hoje não perdeu essa característica, apenas viaja em outros tipos de assuntos.
Às vezes eu queria nunca ter crescido, queria ter parado no tempo. Não teria perdido aquele sorriso constante. Não precisaria acordar para trabalhar. Poderia comer nega maluca sem me preocupar em engordar e tomar refrigerante sem encanar com celulite. Ouviria Mara Maravilha, Xuxa, Eliana, Angélica. Continuaria sonhando em ser paquita. E não pensaria no sentido de uma letra que canta “créu”, nem tentaria entender por que um pai jogaria sua filhinha do sexto andar e tampouco me irritaria com um cartão corporativo. No fim, no mundo de hoje, ser adulto é meio chato. Às vezes, deprimente.

17 de jul de 2008

Bondade

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Gostaria de saber - mas já sei a resposta na ponta da língua - se todos os acadêmicos que entram no último semestre da faculdade começam a sentir um frio na barriga.
A resposta é sim... Ok, não vou generalizar. Que sejam 90% deles...

Posso dizer que eu me incluo nesse contingente. A poucos dias de iniciar o período 'oficial' reservado à 'confecção' da monografia, o medo e a insegurança tomam conta...
Depois de quatro anos estudando, ficam dúvidas no ar.

No começo, você pensava... quando eu estiver me formando, quando eu estiver formada... como se isso fosse uma demarcação da sua vida - e na verdade não deixa de ser. Parece que só depois do fim da faculdade a vida começa realmente. Parece que é aí que nos damos conta de que a vida real tá aí, batendo na porta de casa e dizendo: "venha pro mundo cruel!".

Drama? Não. O mundo é assim mesmo. Cruel. O que percebo por aí é muito egoísmo, profissionais puxando o tapete uns dos outros, ganância, espertos passando por cima de qualquer pessoa... Não sei, mas, acho que não sou assim...
Penso que, se eu fosse... não estaria achando tudo isso o 'ó' do 'borogodó'. E eu acho. Porque tive uma educação voltada para estudos, para a caridade, para a solidariedade, para tentar fazer o bem... e existem tantas coisas contrárias... tantas coisas tristes, nojentas...

Desde episódios dentro do seu prédio até os piores escândalos do mundo...

E sem contar as injustiças... ah, as injustiças!

Fome, miséria, falta de estrutura, doenças, doenças e doenças.

Negligência...

É... acho que o frio na barriga não é o fim do mundo... mas é um aviso de que devemos ser fortes.
E ainda creio que, não é porque há gente ruim, gente má no mundo, que tudo está perdido.

Há pessoas boas. E eu sou uma delas!

15 de jul de 2008

Uma característica rara

1 comentários
Simpatia. Bom humor. Eu diria que estas palavras estão em desuso no mundo.
É o que me incentiva a escrever. Ontem, fiz aquela ação básica, que muitas pessoas fizeram e ainda farão, com o advento do Google: digitar o seu nome completo e verificar onde você aparece.
Pois bem, fiz isso ontem. E 'redescobri' meu blog. Nem lembrava mais que tinha feito um...

Agora, há poucos minutos, lendo um livro para a monografia, a campainha tocou. Levei um susto - não recebo 'visitas' inesperadas. 'Deve ser algum parente querendo saber sobre um vizinho que não está em casa". Na realidade, pensei em nem atender à porta.
Espio pelo olho mágico e vejo uma menina, loira. Abro a porta e ela, muito sorridente, oferece seus catálogos de cosméticos para eu olhar. Ela me conquistaria como cliente, se minha mãe não fosse revendedora do mesmo catálogo.
Não reconheci a menina. Ela disse onde morava e desde quando, e nos demos conta de que nunca nos cruzamos. Falei que agora ficava em casa apenas à noite, pois iria começar a monografia. Ela me contou sua 'história', dizendo que já é formada e relatando o dia da apresentação da monografia. Por fim, me desejou sorte e disse que se eu precisasse de algo, era só pedir.
Enfim, fiquei pensando: quantas pessoas são simpáticas e sorridentes assim com quem nem se conhece? Não me diga que é porque ela queria vender, pois poderia ter virado as costas, já que eu já era cliente de outra pessoa.

Enfim, acho que o mundo precisa de mais sorrisos...